O ESPAÇO PSICOPEDAGÓGICO DO NEUROAPRENDIZ promove o atendimento de crianças, adolescentes e adultos proporcionando AVALIAÇÕES E INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS, ATENDIMENTOS ESPECIALIZADOS, bem-estar e melhor qualidade de vida para todos. Através da competência e especialização profissional, e de um trabalho em equipe diferenciado, respeitando a individualidade, necessidades e complexidade de cada um.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Dinâmica de boas vindas
As boas vindas!
Objetivo: Auxiliar na apresentação e memorização dos nomes e
características dos adolescentes que participam do grupo.
Duração: 20 minutos.
Material: Sala ampla e pares de balas doces.
Desenvolvimento:
• Trabalho individual:
1. O facilitador passa um saco contendo os pares de balas doces
e pede que cada participante retire uma para si.
2. Após a distribuição aos participantes, pede que cada um
procure seu par (de bala igual) e sente-se ao seu lado.
• Trabalho em duplas:
1. A bala é liberada para ser chupada.
2. O facilitador orienta para que cada um fale ao seu par sobre o
que quiser, por 5 minutos.
• Trabalho em grupo:
1. O facilitador pede que os participantes formem um círculo e
que cada um apresente o seu par: nome, idade, trabalho,
signo, desejos, enfim, tudo o que descobriu sobre a outra
pessoa.
2. É ressaltada a importância de todos estarem atentos às
apresentações, pois todos merecem e precisam ser bem
recebidos.
Sugestões para reflexão:
• Qual o seu sentimento frente ao desconhecido?
• Quais as características comuns ao grupo?
Resultados esperados:
• Integração do grupo pela apresentação.
• Descontração do grupo para iniciar os trabalhos.
• Aprofundamento recíproco das características do grupo.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
ORIGEM DO FREVO
Origem do frevo
Em Pernambuco, entre os anos de 1910 e 1911, ocorreu o aparecimento de um ritmo carnavalesco bastante animado e que é famoso até hoje: o frevo. A palavra frevo vem de ferver, uma vez que, o estilo de dança faz parecer que abaixo dos pés das pessoas exista uma superfície com água fervendo.
Características
Este estilo pernambucano de carnaval é um tipo de marchinha bastante acelerada, que, ao contrário de outras músicas carnavalescas, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto a multidão se diverte dançando.
Apesar de parecerem simples ao olhar, os passos do frevo são bem complicados, pois, esta dança inclui: gingados, malabarismos, rodopios, passinhos miúdos e muitos outros passos complicados.
Os dançarinos de frevo encantam com sua técnica e improvisação, sendo que esta última é bastante utilizada. Para complementar a beleza da dança, eles usam uma sombrinha ou guarda-chuva aberto enquanto dançam.
Como vimos, o frevo é tocado, contudo, em alguns casos, ele também pode ser cantado. Há ainda uma forma mais lenta de frevo, e esta, é chamada de frevo-canção.
O FREVO -comemorado em 14 de setembro o Dia do Frevo.
ORIGEM DO CARNAVAL
Origem do Carnaval
"Ao contrário do que se imagina, a origem do carnaval brasileiro é totalmente européia. A comemoração carnavalesca data do início da colonização, sendo uma herança do entrudo português e das mascaradas italianas. Somente muitos anos mais tarde, no início do século XX, foram acrescentados os elementos africanos, que contribuíram de forma definitiva para o seu desenvolvimento e originalidade.
Foi, portanto, graças a Portugal que o entrudo desembarcou na cidade do Rio de Janeiro, em 1641. O termo, derivado do latim "introitus" significava "entrada", "começo", nome com o qual a Igreja denominava o começo das solenidades da Quaresma. No entanto, as festividades do entrudo já existiam bem antes do Cristianismo, eram comemoradas na mesma época do ano e serviam para celebrar o início da primavera. Com o advento da Era Cristã e a supremacia da Igreja Católica, passou a fazer parte do calendário religioso, indo do Sábado Gordo à Quarta-feira de Cinzas.
Tanto em Portugal, como no Brasil, o Carnaval não se assemelhava de forma alguma aos festejos da Itália Renascentista; era uma brincadeira de rua muitas vezes violenta, onde se cometia todo tipo de abusos e atrocidades. Era comum os escravos molharem-se uns aos outros, usando ovos, farinha de trigo, polvilho, cal, goma , laranja podre, restos de comida, enquanto as famílias brancas divertiam-se em suas casas derramando baldes de água suja em passantes desavisados, "num clima de quebra consentida de extrema rigidez da família patriarcal".
Foi esse Carnaval mais ou menos selvagem que desembarcou no Brasil com as primeiras caravelas portuguesas e os primeiros foliões.
Com o passar do tempo e devido a insistentes protestos, o entrudo civilizou-se, adquiriu maior graça e leveza, substituindo as substâncias nitidamente grosseiras por outras menos comprometedoras, como os limões de cheiro (pequenas esferas de cera cheias de água perfumada) ou como os frascos de borracha ou bisnagas cheias de vinho, vinagre ou groselha. Estas últimas foram as precursoras dos lança-perfumes introduzidos em 1885.
No tocante à música, tudo ainda era muito precário; o entrudo não possuía um ritmo ou melodia que o simbolizasse. Apenas a partir da primeira metade do século XIX, com a chegada dos bailes de máscaras nos moldes europeus, foi que se pôde notar um desenvolvimento musical mais sofisticado..."
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