3 atitudes que fazem diferença no desenvolvimento do seu filho |
| Estimule
brincadeira livres. Significa explorar com curiosidade, manusear
objetos, imitar os adultos. E não é só em casa que isso deve acontecer.
Estar em contato com outras pessoas e em ambientes diferentes amplia as
oportunidades de aprendizado. “Os estímulos ajudam na formação e na
manutenção das sinapses nervosas. As crianças têm de duas a três vezes
mais sinapses do que os adultos, porque a perda delas ao longo da vida é
um processo natural. Mas, se são estimuladas, essa perda é menor”,
afirma Mauro Muszkat, neuropediatra, coordenador do núcleo de
atendimento neuropsicológico infantil interdisciplinar da Unifesp. Não deixe a TV ligada o tempo todo. Sim, ela pode ser sua aliada em alguns momentos. Tudo bem deixar seu filho vendo televisão com boa programação de vez em quando para você conseguir ter um tempo para organizar algumas coisas em casa enquanto ele está entretido, ou até mesmo para vocês assistirem, juntos, a um desenho que ele gosta. A programação evoluiu bastante e oferece conteúdo de qualidade para o público infantil, mas como a TV é uma atividade passiva, que não favorece a interação, é legal intercalar o desenho com uma outra proposta, como brincar com algum jogo, desenhar, dançar, etc. Que tal apresentar para o seu filho as músicas daquela banda que você adora, ou, então, conhecer, com ele, as canções que fazem sucesso com as crianças? Não bastasse esse ser um momento de diversão e descontração, que aproxima ainda mais vocês dois, ainda leva a um ganho neurológico, acredite. Crianças que têm contato com música têm mais áreas ativadas no cérebro, o que sugere um maior desenvolvimento neurológico. Já ouvir histórias ajuda a criança a ter um processamento cerebral mais amplo, treinando a atenção, a audição e a imaginação. Por isso, durante a contação, não economize nas variações dos tons de voz, nos gestos nem na variedade de livros que você vai ler. |
| Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI323475-15152,00-ATITUDES+QUE+FAZEM+DIFERENCA+N |
O ESPAÇO PSICOPEDAGÓGICO DO NEUROAPRENDIZ promove o atendimento de crianças, adolescentes e adultos proporcionando AVALIAÇÕES E INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS, ATENDIMENTOS ESPECIALIZADOS, bem-estar e melhor qualidade de vida para todos. Através da competência e especialização profissional, e de um trabalho em equipe diferenciado, respeitando a individualidade, necessidades e complexidade de cada um.
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sábado, 16 de fevereiro de 2013
3 atitudes que fazem diferença no desenvolvimento do seu filho.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Prof Jorge Visca (1935 - 2000)
Escola de Psicologia Clínica
Baseado em uma Epistemologia Convergente
Prof Jorge Visca (1935 - 2000)
O Professor Jorge Visca é para muitos profissionais dentro de uma figura que representa o psicólogo em seu papel profissional, uma vez que em sua prática de ensino tem sido a formação de profissionais no "conhecimento e know-how para ser" a tarefa psicopata.
Ele criou a Epistemologia Convergente como abordagem diagnóstica e psico linha de tratamento.
A Epistemologia Convergente tem existência a partir do momento em que alguns cientistas no início do século XX, penetrar as outras formas de conhecer, saber como e por que é conhecida, dando assim origem a um movimento de integração.
A partir dos anos 70 o Prof Jorge Visca, tendo ideias integracionistas e ambientalista José Enrique Pichon Rivière e Bleger, interacionista e construtivista Jean Piaget, Epistemologia Convergente inaugura uma pesquisa em psicologia, criando um novo olhar sobre os processos e dificuldades de aprendizagem. Ele se concentra seu interesse na construção de sucessivos níveis de aprendizagem que os indivíduos apresentam em seu processo evolutivo. Adota a posição de verificação empírica, que permite o contacto com a realidade, eliminando o antigo sistema. A partir da experiência concreta descrito e explicado por assimilação recíproca das contribuições feitas por três correntes de pensamento: psicologia psicologia psicanálise, de desenvolvimento e social, o processo de aprendizado de um sujeito em sua constituição histórica e cultural. Constrói uma matriz com estes pensamento contribuições de diagnóstico que dá sentido ao tratamento das dificuldades de aprendizagem e dá sentido à psico trabalho preventivo.
Baseado em uma Epistemologia Convergente
Prof Jorge Visca (1935 - 2000)
O Professor Jorge Visca é para muitos profissionais dentro de uma figura que representa o psicólogo em seu papel profissional, uma vez que em sua prática de ensino tem sido a formação de profissionais no "conhecimento e know-how para ser" a tarefa psicopata.
Ele criou a Epistemologia Convergente como abordagem diagnóstica e psico linha de tratamento.
A Epistemologia Convergente tem existência a partir do momento em que alguns cientistas no início do século XX, penetrar as outras formas de conhecer, saber como e por que é conhecida, dando assim origem a um movimento de integração.
A partir dos anos 70 o Prof Jorge Visca, tendo ideias integracionistas e ambientalista José Enrique Pichon Rivière e Bleger, interacionista e construtivista Jean Piaget, Epistemologia Convergente inaugura uma pesquisa em psicologia, criando um novo olhar sobre os processos e dificuldades de aprendizagem. Ele se concentra seu interesse na construção de sucessivos níveis de aprendizagem que os indivíduos apresentam em seu processo evolutivo. Adota a posição de verificação empírica, que permite o contacto com a realidade, eliminando o antigo sistema. A partir da experiência concreta descrito e explicado por assimilação recíproca das contribuições feitas por três correntes de pensamento: psicologia psicologia psicanálise, de desenvolvimento e social, o processo de aprendizado de um sujeito em sua constituição histórica e cultural. Constrói uma matriz com estes pensamento contribuições de diagnóstico que dá sentido ao tratamento das dificuldades de aprendizagem e dá sentido à psico trabalho preventivo.
ESPAÇO RECRIAR**PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL
ESPAÇO RECRIAR**AGORA EM SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE/PE** LOCAL: RUA DO RIO/309 LOGO SERÁ DIVULGADO DATA DA INAUGURAÇÃO, AGUARDEM!
DIAGNÓSTICO, INTERVENÇÃO, DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGENS: DE ORDEM EDUCACIONAL, DISTÚRBIOS ESPECÍFICOS COMO: (DISLEXIA, DISORTOGRAFIA, DISGRAFIA, DISCALCULIA, TDAH, BEM COMO, OUTROS TRANSTORNOS OU DISTUBIOS, ASSESSORIA PSICOPEDAGÓGICA, FORMAÇÃO E SUPERVISÃO A FAMÍLIAS E ESCOLAS. ATENDIMENTO COM HORA MARCADA.
"Se você me falar, provavelmente eu vou esquecer. Se você me mostrar eu vou me lembrar, mas se você me envolver, certamente eu vou entender" (Confúcio).
Gracilene Vasconcelos /Pedagoga e psicopedagoga clínica e institucional /celular 81 92536403
DIAGNÓSTICO, INTERVENÇÃO, DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGENS: DE ORDEM EDUCACIONAL, DISTÚRBIOS ESPECÍFICOS COMO: (DISLEXIA, DISORTOGRAFIA, DISGRAFIA, DISCALCULIA, TDAH, BEM COMO, OUTROS TRANSTORNOS OU DISTUBIOS, ASSESSORIA PSICOPEDAGÓGICA, FORMAÇÃO E SUPERVISÃO A FAMÍLIAS E ESCOLAS. ATENDIMENTO COM HORA MARCADA.
"Se você me falar, provavelmente eu vou esquecer. Se você me mostrar eu vou me lembrar, mas se você me envolver, certamente eu vou entender" (Confúcio).
Gracilene Vasconcelos /Pedagoga e psicopedagoga clínica e institucional /celular 81 92536403
domingo, 16 de dezembro de 2012
Caixa de areia com miniaturas na avaliação e intervenção psicopedagógico.
Caixa de areia com miniaturas na avaliação e intervenção psicopedagógico.
A intervenção psicopedagógico tem por objetivo encontrar caminhos que permita a superação das dificuldades de aprendizagem, esses caminhos devem ser percorridos de forma que provoque no indivíduo o prazer de aprender a aprender.
Alicerçados na “Epistemologia Convergente de Jorge Visca” o objetivo mobiliza o aprendiz a utilizar processos meta¬-cognitivos que propiciarão transformações no processo aprendizagem.
A caixa de areia com miniaturas pode ser usada como ferramenta para diagnosticar como também na intervenção permitindo ao aprendiz construir o mundo imaginário e em correlação com o seu mundo real apresentar diferentes contextos observáveis aos olhos do psicopedagogo que deve ser nesse momento um observador acompanhando um pouco afastado e registrando as ações vivenciadas pelo aprendiz, intervindo apenas quando solicitado e essa deve ser o mais sucinta possível.
A intervenção de pesquisa deve ocorrer ao termino da construção da cena, que deve ser de domínio cognitivo, afetivo e funcional e concluindo com a construção de uma história que tem o psicopedagogo como escriba.
E uma técnica que utiliza caixa de areia e miniaturas de objetos, animais, seres diversos, pessoas, transportes, entre outros com os quais permite ao aprendiz criar e recriar histórias em diferentes cenários.
Posso concluir que a caixa de areia e miniaturas é um rico material para intervenção ao aluno com dificuldades de aprendizagem, e também ajuda acalmar e enriquecer o cabedal teórico do aprendiz, proporcionado prazer de aprender através do lúdico.
Jogo de areia e miniaturas o prazer da construção das cenas... Superando dificuldades.
O aprendiz é convidado a escolher as miniaturas e construir uma cena na caixa de areia ao o psicopedagogo deve observar todos os passos do aprendiz durante a construção quando este terminar o cenário faz-se as intervenções e as interpretações do que fora construído, fazendo as ligações entre os cenários e os relatos do aprendiz sobre a cena, suas ações, escolha das miniaturas... Com os fatos reais da vida do sujeito. Lembrando que sua avaliação deve estar em consonância com seus objetivos quando proposto as atividades.
Aprendizagem humana está relacionada à educação e desenvolvimento pessoal. Deve ser devidamente orientada e é favorecida quando o indivíduo está motivado. O estudo da aprendizagem utiliza os conhecimentos e teorias da neuropsicológica, psicologia, educação e pedagogia.
O psicopedagogo deve oferecer ferramentas para ajudar o aprendiz a superar suas dificuldades de aprendizagem.
O jogo de areia e miniaturas pode ser uma ferramenta utilizada na avaliação diagnóstica quanto na intervenção psicopedagógica ou como material disparador no processo de superação das dificuldades de aprendizagem.
Gracilene Vasconcelos
Algumas cenas construídas por meus aprendizes:
A intervenção psicopedagógico tem por objetivo encontrar caminhos que permita a superação das dificuldades de aprendizagem, esses caminhos devem ser percorridos de forma que provoque no indivíduo o prazer de aprender a aprender.
Alicerçados na “Epistemologia Convergente de Jorge Visca” o objetivo mobiliza o aprendiz a utilizar processos meta¬-cognitivos que propiciarão transformações no processo aprendizagem.
A caixa de areia com miniaturas pode ser usada como ferramenta para diagnosticar como também na intervenção permitindo ao aprendiz construir o mundo imaginário e em correlação com o seu mundo real apresentar diferentes contextos observáveis aos olhos do psicopedagogo que deve ser nesse momento um observador acompanhando um pouco afastado e registrando as ações vivenciadas pelo aprendiz, intervindo apenas quando solicitado e essa deve ser o mais sucinta possível.
A intervenção de pesquisa deve ocorrer ao termino da construção da cena, que deve ser de domínio cognitivo, afetivo e funcional e concluindo com a construção de uma história que tem o psicopedagogo como escriba.
E uma técnica que utiliza caixa de areia e miniaturas de objetos, animais, seres diversos, pessoas, transportes, entre outros com os quais permite ao aprendiz criar e recriar histórias em diferentes cenários.
Posso concluir que a caixa de areia e miniaturas é um rico material para intervenção ao aluno com dificuldades de aprendizagem, e também ajuda acalmar e enriquecer o cabedal teórico do aprendiz, proporcionado prazer de aprender através do lúdico.
Jogo de areia e miniaturas o prazer da construção das cenas... Superando dificuldades.
O aprendiz é convidado a escolher as miniaturas e construir uma cena na caixa de areia ao o psicopedagogo deve observar todos os passos do aprendiz durante a construção quando este terminar o cenário faz-se as intervenções e as interpretações do que fora construído, fazendo as ligações entre os cenários e os relatos do aprendiz sobre a cena, suas ações, escolha das miniaturas... Com os fatos reais da vida do sujeito. Lembrando que sua avaliação deve estar em consonância com seus objetivos quando proposto as atividades.
Aprendizagem humana está relacionada à educação e desenvolvimento pessoal. Deve ser devidamente orientada e é favorecida quando o indivíduo está motivado. O estudo da aprendizagem utiliza os conhecimentos e teorias da neuropsicológica, psicologia, educação e pedagogia.
O psicopedagogo deve oferecer ferramentas para ajudar o aprendiz a superar suas dificuldades de aprendizagem.
O jogo de areia e miniaturas pode ser uma ferramenta utilizada na avaliação diagnóstica quanto na intervenção psicopedagógica ou como material disparador no processo de superação das dificuldades de aprendizagem.
Gracilene Vasconcelos
Algumas cenas construídas por meus aprendizes:
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
AVALIAÇÃO DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA
AVALIAÇÃO DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA
A avaliação da consciência fonológica é muito importante
para o diagnóstico da dislexia.
Coloque alguns cartões com figuras que terminam com o mesmo
som, exemplo:
Leão, pião,
camisão, balão.
Laço, palhaço, abraço,
braço.
Panela, pato, rato, mato.
Borboleta, caneta,
gaveta, corneta.
Peça à criança que fale o nome de todas as figuras. Se a
criança não lembrar ou falar errado, o entrevistado deverá certificar- se de
que a criança entendeu. Peça que ela coloque juntas as figuras que terminam com
o mesmo som.
Esses e outros exemplos você encontra na fonte indicada a
baixo.
Os cartões foram confeccionados por mim.
Fonte: MANUAL PRÁTICO DO DIAGNÓSTICO PSICOPEDAGÓGICO
CLÍNICO.
Simaia
Sampaio / Rio de Janeiro /Wak editora/2012
Por; Gracilene Vasconcelos.
domingo, 25 de novembro de 2012
Prova de quantificação da inclusão de classes
Prova de quantificação da inclusão de classes
A) Descrição do material
1. Ramo com: 10 margaridas e 3 rosas vermelhas
B) Execução
O avaliador faz com que a criança nomeie as flores e assegura-se de que
conhece o termo genérico – flores: “As margaridas são flores?” “As
rosas são flores?” “Você conhece outras flores? Quais?”
O avaliador era formulando as seguintes perguntas e anotando as respostas da criança.
1. Neste ramo há mais margaridas ou mais flores? Depois da resposta da
criança pergunta-se: “Como você sabe? Se a criança responde “rosas” (ou
de rosas), pede-se à ela que repita a pergunta que foi formulada, em
caso de erro, o avaliador repete a pergunta.
2. Existem duas
crianças que querem fazer ramos. Uma faz um ramo com margaridas e me dá o
ramo; a outra faz um ramo com flores. Qual o ramo que é maior?
3. Se eu te dou as margaridas, o que sobra no meu ramo?
4. Se eu te dou as flores, o que sobra no meu ramo?
5. Eu vou fazer um ramo com todas as margaridas e você vai fazer um
ramo com todas as flores. Quem terá o ramo maior? Como você sabe?
C) Avaliação
Resposta de nível 1 – ausência da quantificação da inclusão, 5/6 anos. A
criança se mostra incapaz de comparar o número e elementos de uma
sub-classe com o de uma classe mais geral em que está incluída, procede
sistematicamente à comparação das duas sub-classes e responde, então,
que há mais margaridas do que flores. Quando se faz a pergunta: “mais
margaridas do que o quê?”, geralmente responde: “Mais margaridas do que
rosas. Neste nível as perguntas que recaem sobre a subtração das
sub-classes dão lugar, às vezes, a fracassos. (perguntas 3 e 4)
Resposta de nível 2 – condutas intermediárias: se observam poucas
condutas intermediárias. Notam-se por parte da criança na pergunta: há
mais margaridas ou mais flores? A criança, às vezes, responde: “é o
mesmo”, justificando esta resposta com o argumento: “as margaridas
também são flores!” Neste nível o avaliador contesta bem as perguntas 3 e
4.
Resposta de nível 3 – solução da inclusão
quantificava, a partir de 7/8 anos. Todas as perguntas recebem repostas
corretas, ainda que, às vezes, se observem dúvidas é estranheza no
primeiro enunciado da pergunta 1.
*******AS FLORES FIZ COM EVA*******
Prova de quantificação da inclusão de classes
A) Descrição do material
1. Ramo com: 10 margaridas e 3 rosas vermelhas
B) Execução
O avaliador faz com que a criança nomeie as flores e assegura-se de que conhece o termo genérico – flores: “As margaridas são flores?” “As rosas são flores?” “Você conhece outras flores? Quais?”
O avaliador era formulando as seguintes perguntas e anotando as respostas da criança.
1. Neste ramo há mais margaridas ou mais flores? Depois da resposta da criança pergunta-se: “Como você sabe? Se a criança responde “rosas” (ou de rosas), pede-se à ela que repita a pergunta que foi formulada, em caso de erro, o avaliador repete a pergunta.
2. Existem duas crianças que querem fazer ramos. Uma faz um ramo com margaridas e me dá o ramo; a outra faz um ramo com flores. Qual o ramo que é maior?
3. Se eu te dou as margaridas, o que sobra no meu ramo?
4. Se eu te dou as flores, o que sobra no meu ramo?
5. Eu vou fazer um ramo com todas as margaridas e você vai fazer um ramo com todas as flores. Quem terá o ramo maior? Como você sabe?
C) Avaliação
Resposta de nível 1 – ausência da quantificação da inclusão, 5/6 anos. A criança se mostra incapaz de comparar o número e elementos de uma sub-classe com o de uma classe mais geral em que está incluída, procede sistematicamente à comparação das duas sub-classes e responde, então, que há mais margaridas do que flores. Quando se faz a pergunta: “mais margaridas do que o quê?”, geralmente responde: “Mais margaridas do que rosas. Neste nível as perguntas que recaem sobre a subtração das sub-classes dão lugar, às vezes, a fracassos. (perguntas 3 e 4)
Resposta de nível 2 – condutas intermediárias: se observam poucas condutas intermediárias. Notam-se por parte da criança na pergunta: há mais margaridas ou mais flores? A criança, às vezes, responde: “é o mesmo”, justificando esta resposta com o argumento: “as margaridas também são flores!” Neste nível o avaliador contesta bem as perguntas 3 e 4.
Resposta de nível 3 – solução da inclusão quantificava, a partir de 7/8 anos. Todas as perguntas recebem repostas corretas, ainda que, às vezes, se observem dúvidas é estranheza no primeiro enunciado da pergunta 1.
*******AS FLORES FIZ COM EVA*******
B) Execução
O avaliador faz com que a criança nomeie as flores e assegura-se de que conhece o termo genérico – flores: “As margaridas são flores?” “As rosas são flores?” “Você conhece outras flores? Quais?”
O avaliador era formulando as seguintes perguntas e anotando as respostas da criança.
1. Neste ramo há mais margaridas ou mais flores? Depois da resposta da criança pergunta-se: “Como você sabe? Se a criança responde “rosas” (ou de rosas), pede-se à ela que repita a pergunta que foi formulada, em caso de erro, o avaliador repete a pergunta.
2. Existem duas crianças que querem fazer ramos. Uma faz um ramo com margaridas e me dá o ramo; a outra faz um ramo com flores. Qual o ramo que é maior?
3. Se eu te dou as margaridas, o que sobra no meu ramo?
4. Se eu te dou as flores, o que sobra no meu ramo?
5. Eu vou fazer um ramo com todas as margaridas e você vai fazer um ramo com todas as flores. Quem terá o ramo maior? Como você sabe?
C) Avaliação
Resposta de nível 1 – ausência da quantificação da inclusão, 5/6 anos. A criança se mostra incapaz de comparar o número e elementos de uma sub-classe com o de uma classe mais geral em que está incluída, procede sistematicamente à comparação das duas sub-classes e responde, então, que há mais margaridas do que flores. Quando se faz a pergunta: “mais margaridas do que o quê?”, geralmente responde: “Mais margaridas do que rosas. Neste nível as perguntas que recaem sobre a subtração das sub-classes dão lugar, às vezes, a fracassos. (perguntas 3 e 4)
Resposta de nível 2 – condutas intermediárias: se observam poucas condutas intermediárias. Notam-se por parte da criança na pergunta: há mais margaridas ou mais flores? A criança, às vezes, responde: “é o mesmo”, justificando esta resposta com o argumento: “as margaridas também são flores!” Neste nível o avaliador contesta bem as perguntas 3 e 4.
Resposta de nível 3 – solução da inclusão quantificava, a partir de 7/8 anos. Todas as perguntas recebem repostas corretas, ainda que, às vezes, se observem dúvidas é estranheza no primeiro enunciado da pergunta 1.
*******AS FLORES FIZ COM EVA*******
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
**parabéns PSICOPEDAGOGOS**
"PSICOPEDAGOGAS
CLÍNICAS E INSTITUCIONAIS"
Hoje venho deixar rosas vermelhas
Não sou poetisa, mas deixo aqui minhas palavras.
Os parabéns...
Para você psicopedagoga (o)
Clínica ou institucional
Que não descansa
Pesquisando, avaliando, diagnosticando,
Fazendo a intervenção na hora certa
Superando barreiras,
Construindo, criando e recriando.
Compartilhando, somando
Fazendo a diferença
Com Crianças, adolescentes,
ou adultos.
Procura incansavelmente orientar quais os caminha
A ser percorrido para superar as dificuldades.
Ser psicopedagogo é um desafio maravilhoso
Muitos tentam, mas, poucos abraçam.
Ser psicopedagogo não basta fazer um curso
Aprender teorias, provas piagetianas e projetivas...
Ser psicopedagogo Clínico e institucional
E saber que o outro é ser humano
Com suas múltiplas diferenças
Precisando encontrar qual o caminho melhor a seguir.
Ser psicopedagogo é se apaixonar cada dia
E saber que ao amanhecer
Sempre um novo
desafio vai surgir.
Ser Psicopedagogo não é apenas amar
E fazer a diferença!
E se apaixonar e deixar que outro se enamore...
Para juntos encontrar uma razão e o caminho
Para superar as dificuldades de aprendizagem.
EU ME APAIXONO A CADA INSTANTE PELA PSICOPEDAGOGIA!
Gracilene Vasconcelos 12/11/2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
A CAIXA DE AREIA E AS MINIATURAS NO ÂMBITO ESCOLAR
A CAIXA DE AREIA E AS MINIATURAS NO ÂMBITO ESCOLAR
OBJETIVOS: Receptividades para aprendizagem abrindo um leque de possibilidades na construção do conhecimento.
BENEFÍCIOS E POSSIBILIDADES:
Autonomia relacional;
Desenvolvimento da criatividade;
Reelaboração dos conteúdos curriculares;
Ampliação dos conhecimentos escolares;
Organização do grupo; Vinculação significativa com aprendizagem;
Vinculação significativa com a aprendizagem;
Possibilidades de explorar as dimensões racional, desiderativa e funcional dos alunos.
Obs.: Ao montar um cenário em grupo, os alunos não estão fazendo terapia, apenas facilitando o jogo simbólico.
A leitura simbólica possibilita entender as necessidades dos alunos
(aprendiz), bem como buscar outros recursos de intervenções se
necessário.
OFICINA DE CAIXA DE AREIA E MINIATURAS NO ÂMBITO ESCOLAR
POR: GRACILENE VASCONCELOS
TEMA: CONFABULANDO COM AS MINIATURAS.
OBJETIVO: CONSTRUÇÃO DE CENÁRIA PRODUÇÃO DE FÁBULAS COM A CAIXA DE AREIA E AS MINIATURAS.
ATIVIDADE: Peça a seus alunos que tragam miniaturas de casa com as
quais se identificam. Organize o espaço onde vai ser trabalhado e em
círculo os alunos apresenta as miniaturas e explicando sobre a escolha e
em que se identifica. Explore as miniaturas com os alunos. Em grupo de
três ou quatro alunos construção do cenário. Fotografe e peça para o
grupo descrever a cena e contar uma fábula que pode ser verbal ou
escrita. Leitura e apresentação das produções para turma.
Hoje tive o
prazer de vivenciar esse momento rico, com uma turma de alunos do
ensino fundamental na escola da rede municipal, local que trabalho, aqui
não foi feito terapia, mas não deixar de ser um momento de observação
dos comportamentos do aprendiz em grupo. Deixo os registros.
FONTE: Intervenção psicopedagógica no espaço da clínica. Editora IBPEX.
Visitem o grupo: http://www.facebook.com/groups/jogodeareiaeminiaturas/
OBJETIVOS: Receptividades para aprendizagem abrindo um leque de possibilidades na construção do conhecimento.
BENEFÍCIOS E POSSIBILIDADES:
Autonomia relacional;
Desenvolvimento da criatividade;
Reelaboração dos conteúdos curriculares;
Ampliação dos conhecimentos escolares;
Organização do grupo; Vinculação significativa com aprendizagem;
Vinculação significativa com a aprendizagem;
Possibilidades de explorar as dimensões racional, desiderativa e funcional dos alunos.
Obs.: Ao montar um cenário em grupo, os alunos não estão fazendo terapia, apenas facilitando o jogo simbólico.
A leitura simbólica possibilita entender as necessidades dos alunos (aprendiz), bem como buscar outros recursos de intervenções se necessário.
OFICINA DE CAIXA DE AREIA E MINIATURAS NO ÂMBITO ESCOLAR
POR: GRACILENE VASCONCELOS
TEMA: CONFABULANDO COM AS MINIATURAS.
OBJETIVO: CONSTRUÇÃO DE CENÁRIA PRODUÇÃO DE FÁBULAS COM A CAIXA DE AREIA E AS MINIATURAS.
ATIVIDADE: Peça a seus alunos que tragam miniaturas de casa com as quais se identificam. Organize o espaço onde vai ser trabalhado e em círculo os alunos apresenta as miniaturas e explicando sobre a escolha e em que se identifica. Explore as miniaturas com os alunos. Em grupo de três ou quatro alunos construção do cenário. Fotografe e peça para o grupo descrever a cena e contar uma fábula que pode ser verbal ou escrita. Leitura e apresentação das produções para turma.
Hoje tive o prazer de vivenciar esse momento rico, com uma turma de alunos do ensino fundamental na escola da rede municipal, local que trabalho, aqui não foi feito terapia, mas não deixar de ser um momento de observação dos comportamentos do aprendiz em grupo. Deixo os registros.
FONTE: Intervenção psicopedagógica no espaço da clínica. Editora IBPEX.
domingo, 4 de novembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
CAIXA DE AREIA E MINIATURAS A LUZ DO OLHAR PSICIPEDAGÓGICO.
CAIXA DE AREIA E MINIATURAS A LUZ DO OLHAR PSICIPEDAGÓGICO.
Através do jogo caixa de areia se realiza o processo de projeção das mais profundas camadas do inconsciente, permitindo ao mesmo tempo a liberação de conflitos, sentimentos, emoções, medos, dificuldades de aprendizagem e construção do conhecimento. É um trabalho criativo e maravilhoso tanto para crianças como para adultos.
Na caixa de areia são montados cenários com miniaturas de diversos objetos, como pessoas, animais, objetos domiciliares, árvores, plantas, casas, pontes, pedras, conchas e matéria-prima de todo tipo para a criação das cenas. O importante é que estejam presentes objetos, claros, simpáticos, belos, mas também objetos repulsivos, escuros, maus e assustadores. Importantes também são figuras simbólicas de outras culturas, para a representação do que é diferente. Com o jogo de areia podem ainda ser trabalhados diferentes conteúdos, como material disparador e jogos simbólicos, permite a luz do olhar psicopedagógico usar como ferramentas para o diagnósticos clínico bem como importante recurso para intervenção nas dificuldades de aprendizagem.
Visitem o grupo jogodeareiaeminiaturas@groups.facebook.com
o qual aborda sobre o tema. Venha fazer parte deste grupo maravilhoso!
GRACILENE VASCONCELOS
Através do jogo caixa de areia se realiza o processo de projeção das mais profundas camadas do inconsciente, permitindo ao mesmo tempo a liberação de conflitos, sentimentos, emoções, medos, dificuldades de aprendizagem e construção do conhecimento. É um trabalho criativo e maravilhoso tanto para crianças como para adultos.
Na caixa de areia são montados cenários com miniaturas de diversos objetos, como pessoas, animais, objetos domiciliares, árvores, plantas, casas, pontes, pedras, conchas e matéria-prima de todo tipo para a criação das cenas. O importante é que estejam presentes objetos, claros, simpáticos, belos, mas também objetos repulsivos, escuros, maus e assustadores. Importantes também são figuras simbólicas de outras culturas, para a representação do que é diferente. Com o jogo de areia podem ainda ser trabalhados diferentes conteúdos, como material disparador e jogos simbólicos, permite a luz do olhar psicopedagógico usar como ferramentas para o diagnósticos clínico bem como importante recurso para intervenção nas dificuldades de aprendizagem.
Visitem o grupo jogodeareiaeminiaturas@groups.facebook.com
o qual aborda sobre o tema. Venha fazer parte deste grupo maravilhoso!
GRACILENE VASCONCELOS
domingo, 30 de setembro de 2012
TESTE PSICOPEDAGÓGICO "Os três porquinhos"
OBJETIVO
Verificar o nível de operatoriedade de crianças.
PÚBLICO-ALVO
A partir de 3 anos.
APLICAÇÃO
Individual, sem limite de tempo, sendo que a maioria das aplicações leva em média de 5 a 10 minutos para cada prancha, totalizando um tempo de aproximado 1 hora.
DESCRIÇÃO
Esta técnica é composta por 8 pranchas, possuindo como elemento básico a história de Os três porquinhos. A criança conta uma história para cada uma das pranchas apresentadas. A correção é realizada pela avaliação qualitativa, com base nos níveis de operatoriedade propostos por Piaget, sensório-motor, pré-operacional, operatório concreto e lógico-formal, incluindo a transitividade de uma fase para outra.
>SOBRE O AUTOR
Leila Sara José Chamat: Pedagoga. Mestre em Psicologia da Saúde, Doutora em Psicologia do Escolar e Desenvolvimento. Formação em Hipnose Ericksoniana, Regressão e Reprogramação Mental pelo Instituto Sapiens, RJ, Participação e exposição em vários congressos e cursos diversos em Neurologia.
Verificar o nível de operatoriedade de crianças.
PÚBLICO-ALVO
A partir de 3 anos.
APLICAÇÃO
Individual, sem limite de tempo, sendo que a maioria das aplicações leva em média de 5 a 10 minutos para cada prancha, totalizando um tempo de aproximado 1 hora.
DESCRIÇÃO
Esta técnica é composta por 8 pranchas, possuindo como elemento básico a história de Os três porquinhos. A criança conta uma história para cada uma das pranchas apresentadas. A correção é realizada pela avaliação qualitativa, com base nos níveis de operatoriedade propostos por Piaget, sensório-motor, pré-operacional, operatório concreto e lógico-formal, incluindo a transitividade de uma fase para outra.
>SOBRE O AUTOR
Leila Sara José Chamat: Pedagoga. Mestre em Psicologia da Saúde, Doutora em Psicologia do Escolar e Desenvolvimento. Formação em Hipnose Ericksoniana, Regressão e Reprogramação Mental pelo Instituto Sapiens, RJ, Participação e exposição em vários congressos e cursos diversos em Neurologia.
*******************************************************************
Estudo da causalidade e contradição no conto "Os três porquinhos"
Outro teste bem interessante para avaliar o nível de operatoriedade é o estudo da causalidade e contradição no conto dos três porquinhos, da autora Leila Sara J. Chamat. Ele é
Outro teste bem interessante para avaliar o nível de operatoriedade é o estudo da causalidade e contradição no conto dos três porquinhos, da autora Leila Sara J. Chamat. Ele é
composto por 8 pranchas com a história dos três porquinhos.
Durante o processo de avaliação são feitas argumentações e contra-argumentações que levam o sujeito a pensar sobre as construções (os tipos de casas), os materiais utilizados, pesado ou leve, o fato das duas casas serem destruídas e a de tijolo se manter intacta. Além de avaliar as questões afetiva e social, indagando sobre o fato de não terem trabalhado juntos e construído apenas uma casa e onde os porquinhos, que perderam a casa, irão morar.
Durante o processo de avaliação são feitas argumentações e contra-argumentações que levam o sujeito a pensar sobre as construções (os tipos de casas), os materiais utilizados, pesado ou leve, o fato das duas casas serem destruídas e a de tijolo se manter intacta. Além de avaliar as questões afetiva e social, indagando sobre o fato de não terem trabalhado juntos e construído apenas uma casa e onde os porquinhos, que perderam a casa, irão morar.
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